
Marcos Nasi Valadão não se apresentou com a banda Ira!, no show sábado (8), na cidade mineira, de Campestre. A princípio, foi passado para o público, que o vocalista estava com problema de saúde. Justificativa apresentada pelo resto da banda, que no dia se apresentou
No ano passado o vocalista lançou se novo disco solo, “Onde os Anjos Não Ousam Pisar”. Uma mistura de blues, rock e black music. Muitas vezes, Nasi chegou a fazer alguns shows com a banda paranaense Relespública. Onde também relembravam, clássicos do Ira!, e músicas do seu conjunto de blues, “Nasi e os Irmãos do Blues”. Com o grupo Relespública, se apresentaram em algumas cidades no interior do Paraná, Porto Alegre e Santa Catarina.
O cantor disse que a intenção era encerrar a turnê do disco “Invisível DJ” e que a partir de dezembro entraria em férias para tocar seus outros projetos musicais. Esses rumores que a banda teria acabado surgiu de um comunicado da editora Escala, para os jornalistas, lançado na terça-feira (4). Segundo informações da assessoria de imprensa da companhia, Nasi teria dito que sua saída do grupo “é uma decisão sem volta” à Revista Flash News.
Depois de discutir com o irmão o empresário da banda e dono da Agência Produtora, Airton Valadão Junior, chegou à polícia, o cantor começou agredir verbalmente seus colegas da banda. “Não sou nenhuma prostituta e tão pouco eles (os integrantes do Ira! e o empresário Airton), cafetões. Tenho duas coisas que são sagradas pra mim: O Ira! e a música, que eles profanaram”, disse Nasi à revista “Flash News” Sobre o colega Edgard Scandurra, o cantor declarou: “Esse canalha vive agindo como uma Greta Garbo, exercitando seu poder para intimidar os outros”.
A Agência Produtora, de Valadão Junior, respondeu dizendo que “provas e documentos em nossa defesa não faltam. Poderíamos usá-los, mas estes permaneceram no campo que devem estar: o campo jurídico. Cada um escolhe um caminho para atacar ou se defender. Nós escolhemos a discrição e respeito aos fãs do Ira!, ao público em geral e a nossos parceiros de trabalho”.
Edgard também teve sua resposta. “Não tenho nada a dizer sobre essa declaração, mas digo uma coisa: 99% das composições do grupo são de minha autoria”, afirmou Scandurra, se referindo à frase em que é chamado de “cafetão”. Quanto afirmação de que é um “canalha”, o guitarrista apenas disse: “Lamento muito que o cantor da minha banda diga isso de mim”.
Depois dos altos e baixos que passamos, o melhor de nossa carreira foi a pouco tempo, com o show do “MTV Acústico”. “Ficamos com uma música em primeiro lugar nas paradas, coisa que não acontecia há muito tempo, conquistando um público jovem”, disse o guitarrista.
“Provavelmente esse desgaste ocorreu porque estávamos passando muito tempo fora de casa com as últimas turnês. Depois cansado, mesmo querendo tirar umas férias, algo que tinha sido idéia minha, a coisa entornou. De um desgaste, de um cansaço, virou algo de não se tolerar mais” conta o músico, sem citar casos específicos em que isso foi demonstrado.
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