
Dores pelo corpo e falta de energia para tudo, pode ser mais do que uma indisposição passageira. Muitas pessoas percorrem os consultórios tentando compreender a falta de ânimo ou disposição, mas nem todas as vítimas da síndrome são diagnosticadas corretamente. Os especialistas costumam atribuir sinais da doença ao estresse da vida moderna. “E não há exames específicos para confirmar o diagnóstico”, explica Dra. Fernanda Rodrigues Lima, médica residente do Hospital Evangélico.
No Brasil não há dados sobre sua incidência. Mas a Associação Americana da Síndrome da Fadiga Crônica estima que ela atinja 0,5% da população. “Estudos sugerem que ela pode ser decorrência de infecções ou mesmo estar relacionada à baixa imunidade”, explica Fernanda.
Em alguns casos, a síndrome surge após uma gripe. Depois dela, sobra apenas o cansaço, a indisposição e a fraqueza. Esses sintomas vão e voltam por semanas, meses, anos. Pacientes com a síndrome acabam tendo também uma incidência um pouco mais alta de depressão. Por isso, há especialistas que defendem uma possível predisposição genética.
O desconhecimento sobre as verdadeiras causas do problema explica a falta de uma terapia específica. E como a evolução da doença é imprevisível, os médicos não arriscam falar de cura, só de remissão. Por isso, o mais importante é a readaptação física.
A segunda alternativa é lançar mão de remédios. Além de analgésicos para as dores no corpo, é comum o uso de antidepressivos para melhorar a qualidade do sono e a vitalidade. Em certos casos, são prescritos até anabolizantes, a fim de intensificar a performance dos músculos.
Já para os pacientes mais perfeccionistas, que se estressam facilmente diante dos desafios, é indicada ainda a terapia cognitivo-comportamental, que foca a atenção na forma da pessoa se comportar e pensar.
Desta forma, se o cansaço é freqüente ainda acompanhado de outros sintomas, como os mencionados, é aconselhável que se consulte um médico, realize exames para evitar a doença da vida moderna.
No Brasil não há dados sobre sua incidência. Mas a Associação Americana da Síndrome da Fadiga Crônica estima que ela atinja 0,5% da população. “Estudos sugerem que ela pode ser decorrência de infecções ou mesmo estar relacionada à baixa imunidade”, explica Fernanda.
Em alguns casos, a síndrome surge após uma gripe. Depois dela, sobra apenas o cansaço, a indisposição e a fraqueza. Esses sintomas vão e voltam por semanas, meses, anos. Pacientes com a síndrome acabam tendo também uma incidência um pouco mais alta de depressão. Por isso, há especialistas que defendem uma possível predisposição genética.
O desconhecimento sobre as verdadeiras causas do problema explica a falta de uma terapia específica. E como a evolução da doença é imprevisível, os médicos não arriscam falar de cura, só de remissão. Por isso, o mais importante é a readaptação física.
A segunda alternativa é lançar mão de remédios. Além de analgésicos para as dores no corpo, é comum o uso de antidepressivos para melhorar a qualidade do sono e a vitalidade. Em certos casos, são prescritos até anabolizantes, a fim de intensificar a performance dos músculos.
Já para os pacientes mais perfeccionistas, que se estressam facilmente diante dos desafios, é indicada ainda a terapia cognitivo-comportamental, que foca a atenção na forma da pessoa se comportar e pensar.
Desta forma, se o cansaço é freqüente ainda acompanhado de outros sintomas, como os mencionados, é aconselhável que se consulte um médico, realize exames para evitar a doença da vida moderna.
Ana Paula Vendrametto
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