
Mesmo para aqueles que não fumam, mas que respiram a fumaça de um fumante, embora em menor quantidade, também corre um risco relacionado à fumaça do cigarro. A quantidade de tóxicos absorvidos depende da extensão e da intensidade da exposição, além da qualidade da ventilação do ambiente onde se encontra a pessoa.
Quando se acende um cigarro, algumas substâncias são inaladas pelo próprio fumante e por outras pessoas que se difundem no ambiente. Todos os tipos de tabaco seja ele com mentol, filtros especiais e com teores especiais todos têm uma composição semelhante, não havendo, portanto, cigarros "saudáveis" que façam menos mal. Isso ocorre porque, mesmo escolhendo produtos com menores teores de alcatrão e nicotina, os fumantes acabam compensando essa redução, fumando mais cigarros por dia e tragando mais freqüente ou profundamente, ou seja, fazendo outras modificações compensatórias em conseqüência da dependência à nicotina.
A fumaça do cigarro, possui em sua mistura os seguintes elementos: nicotina, monóxido de carbono (CO) e alcatrão. Com isso, surgem as doenças causadas pelo uso do cigarro:
- câncer: responsável por 30% das mortes por câncer e 90% das mortes por câncer de pulmão. Os outros tipos de câncer relacionados com o uso do cigarro são: câncer de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero.
- doenças coronarianas: 25% das mortes causadas pelo uso do cigarro provocam doenças coronarianas tais como angina e infarto do miocárdio.
- doenças cerebrovasculares: responsável por 25% das mortes por doenças cerebrovasculares entre elas derrame cerebral.
- doenças pulmonares obstrutivas crônicas: Nas doenças pulmonares obstrutivas crônicas tais como bronquite e enfisema 85% das mortes são causadas pelo fumo.
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