
Enquanto a maioria das pessoas demoram a abituar-se com o ambiente, logo que acordam, Jessica Santos, estudante de 22 anos liga o rádio, assim que entra no carro, todos os dias pela manhã, no som que considera o mais maravilhoso dos ruídos, o trance.
Como uma das principais vertentes da música eletrônica, o trance vem ocupando um lugar muito significativo no meio musical. Desenvolvido no início da década de 70, o gênero eletrônico é caracterizado pelas partes melódicas e uma forma musical progressiva durante a composição, seja de forma crescente ou apresentando quebras. Algumas vezes, vocais também são utilizados. O estilo é derivado do house e do Eurotechno, com seus sons industriais, e menos orgânicos, além de parecerem menos melódicos.
A tradução literal do termo trance para português é transe (inconsciência). O nome foi recebido devido às batidas repetitivas e pelas melodias progressivas características, que levam o ouvinte a um estado de transe, de libertação espiritual enquanto ouve. “Eu acho completamente alucinante a batida forte do trance. Escuto cedo para começar o dia bem”, diz Jéssica.
Atualmente, as raves viraram sinônimos de drogas para aqueles que desconhecem a verdadeira essência do que é ser “trancer”, ou seja pessoas que curtem a natureza, a música eletrônica e a vida. “Ser trancer é ser você mesmo, se conhecer, valorizar as pequenas coisas, os pequenos momentos. Ser trancer é ser feliz”, revela a estudante Lenara Trivillin, 20 anos.
Por trás de toda essa visão destorcida e generalizada de raves, existem muitas pessoas de bem, que ainda desejam ter as festas, como nos anos 90, que serviam como encontros de confraternização. “Ir numa rave, pode ser como ir a um parque no domingo. Vamos a um lugar com verde, com boa música, em busca de relaxar e encontrar nossa paz de espírito”, afirma Carolina Moraes, estudante, 22 anos.
Outro motivo interessante de freqüentar raves é que a cada dia que cresce a cena eletrônica, cresce também o número de jovens interessados em aprender a tocar. Muitos vão pela paixão e outros para descobrirem alguns truques do que é ser Dj.
As festas raves têm sim, seu lado positivo e negativo, assim como muitas coisas na vida. Nela há a possibilidade de estar em um lugar bonito, em contato com a natureza, festejando com os amigos, ao mesmo tempo em que pode oferecer certos riscos com as drogas. Mas drogas tem em todo lugar, se não é possível livrar o mundo delas é melhor aprender a conviver com elas. É inegável que drogas fazem mal, mas é essencial ter o bom senso para não abusá-las, colocando a própria vida em risco e também a vida de outras pessoas.
Como uma das principais vertentes da música eletrônica, o trance vem ocupando um lugar muito significativo no meio musical. Desenvolvido no início da década de 70, o gênero eletrônico é caracterizado pelas partes melódicas e uma forma musical progressiva durante a composição, seja de forma crescente ou apresentando quebras. Algumas vezes, vocais também são utilizados. O estilo é derivado do house e do Eurotechno, com seus sons industriais, e menos orgânicos, além de parecerem menos melódicos.
A tradução literal do termo trance para português é transe (inconsciência). O nome foi recebido devido às batidas repetitivas e pelas melodias progressivas características, que levam o ouvinte a um estado de transe, de libertação espiritual enquanto ouve. “Eu acho completamente alucinante a batida forte do trance. Escuto cedo para começar o dia bem”, diz Jéssica.
Atualmente, as raves viraram sinônimos de drogas para aqueles que desconhecem a verdadeira essência do que é ser “trancer”, ou seja pessoas que curtem a natureza, a música eletrônica e a vida. “Ser trancer é ser você mesmo, se conhecer, valorizar as pequenas coisas, os pequenos momentos. Ser trancer é ser feliz”, revela a estudante Lenara Trivillin, 20 anos.
Por trás de toda essa visão destorcida e generalizada de raves, existem muitas pessoas de bem, que ainda desejam ter as festas, como nos anos 90, que serviam como encontros de confraternização. “Ir numa rave, pode ser como ir a um parque no domingo. Vamos a um lugar com verde, com boa música, em busca de relaxar e encontrar nossa paz de espírito”, afirma Carolina Moraes, estudante, 22 anos.
Outro motivo interessante de freqüentar raves é que a cada dia que cresce a cena eletrônica, cresce também o número de jovens interessados em aprender a tocar. Muitos vão pela paixão e outros para descobrirem alguns truques do que é ser Dj.
As festas raves têm sim, seu lado positivo e negativo, assim como muitas coisas na vida. Nela há a possibilidade de estar em um lugar bonito, em contato com a natureza, festejando com os amigos, ao mesmo tempo em que pode oferecer certos riscos com as drogas. Mas drogas tem em todo lugar, se não é possível livrar o mundo delas é melhor aprender a conviver com elas. É inegável que drogas fazem mal, mas é essencial ter o bom senso para não abusá-las, colocando a própria vida em risco e também a vida de outras pessoas.
Você pode saber mais sobre algumas raves nos sites
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