
Na manhã desta quinta-feira, uma bandeira preta foi hasteada na Ópera de Viena em sinal de luto ao tenor italiano Luciano Pavarrotti.
O músico sofria de câncer no pâncreas e estava em tratamento, numa intensa luta contra a doença, desde 2006. Pavarotti não resistiu e entrou em óbito nesta madrugada, em sua casa, aos 71anos no país em que nasceu.
O tenor, considerado um dos maiores da história, se apresentou com várias celebridades da música como Bono, o cantor do grupo U2, Spices Girls, entre outros. Apresentou-se com o cantor Roberto Carlos, em uma de suas sete visitas ao Brasil.
Especialista em emocionar multidões, Luciano Pavarotti foi assistido por Jorge W. Bush, príncipe Charles e princesa Daiana.
O músico sofria de câncer no pâncreas e estava em tratamento, numa intensa luta contra a doença, desde 2006. Pavarotti não resistiu e entrou em óbito nesta madrugada, em sua casa, aos 71anos no país em que nasceu.
O tenor, considerado um dos maiores da história, se apresentou com várias celebridades da música como Bono, o cantor do grupo U2, Spices Girls, entre outros. Apresentou-se com o cantor Roberto Carlos, em uma de suas sete visitas ao Brasil.
Especialista em emocionar multidões, Luciano Pavarotti foi assistido por Jorge W. Bush, príncipe Charles e princesa Daiana.
Em apresentação realizada em julho de 2000, 42 mil pessoas se juntaram, numa noite de frio e chuva, para assistir o show dos três tenores, Jose Carreras e Plácido Domingo e Pavarotti, no Morumbi.
Na mesma cidade em que fez seu último espetáculo, Nova York, ele cantou para 500 mil pessoas.
Pavarotti foi consagrado como um embaixador da ópera. Católico, ele rompeu barreiras unindo o canto lírico com o pop e rock.
Seu companheiro Jose Carreras lamenta sua morte. “Não é só a ópera que perde um amante, estamos perdendo uma das maiores vozes de todos os tempos”.
Num comunidado transmitido em Sidiney, o presidente americano, Jorge W. Busch, recorda Pavarotti dizendo que ele "foi também um grande militante das causas humanitárias, utilizando seu magnífico talento para concentrar enormes níveis de apoio a vítimas de tragédias no mundo todo".
Seu companheiro Jose Carreras lamenta sua morte. “Não é só a ópera que perde um amante, estamos perdendo uma das maiores vozes de todos os tempos”.
Num comunidado transmitido em Sidiney, o presidente americano, Jorge W. Busch, recorda Pavarotti dizendo que ele "foi também um grande militante das causas humanitárias, utilizando seu magnífico talento para concentrar enormes níveis de apoio a vítimas de tragédias no mundo todo".
O velório será aberto ao público na catedral da cidade de Modena e seu enterro está marcado para sábado. O tenor deixou quatro filhos, três do primeiro casamento e um com Nicoletta Mantovani, que foi sua secretaria.
Nenhum comentário:
Postar um comentário