4 de set. de 2007


BANCO DE DNA VAI AJUDAR NA BUSCA DE CRIANÇAS DESAPARECIDAS


O serviço de Investigação de crianças desaparecidas, o SICRIDE, lança uma nova tecnologia na busca de crianças desaparecidas. O projeto Caminho de Volta, idealizado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e agora trazido ao Paraná, vai montar um banco de DNA com as famílias que tiveram crianças desaparecidas. Para que ele possa auxiliar na busca e identificação das pessoas que são encontradas pela polícia, o Paraná é o primeiro estado do país, depois da implantação em São Paulo, a colocar o projeto em prática. Os parentes que derem queixa do desaparecimento de um familiar serão convidados a participar do projeto. A polícia vai coletar uma gota de sangue e saliva dos familiares que vai ser encaminhada para o laboratório da Faculdade de Medicina da USP. Lá, as amostras serão processadas e os dados computados no banco de DNA. Toda criança localizada sem identificação vai passar pelo mesmo processo. Sempre que houver uma nova inclusão, os dados de crianças e famílias serão cruzados com o objetivo de solucionar os casos de desaparecimento a partir da compatibilidade biológica.

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