
Vandalismo causa prejuízo que é um assalto aos cofres públicos e, mais uma vez, quem paga é a população.
A poluição visual urbana é hoje muito comum nos grandes centros urbanos. As pichações, depredações, publicidades ilegais, excesso de lixo nas ruas, tudo isso pode ser definido como poluição visual, e a prefeitura municipal, através da Guarda Municipal e Policia Civil, é a responsável por fiscalizar e cuidar desse problema.
A prefeitura de Curitiba gasta anualmente R$3 bilhões com reparos em prédios públicos que sofrem com os atos de vandalismo. No ano passado o município lançou uma campanha contra atos de vandalismo em ônibus, praças públicas, cabines telefônicas prédios públicos e privados. Apesar do investimento, a cidade continua sofrendo com os atos de vandalismo.
Nem o setor histórico da cidade escapa. São prédios de fundações culturais, praças públicas, monumentos e até cabines telefônicas. As Ruínas de São Francisco, que já foram palco de projetos culturais importantes, parece estar abandonada. Funcionários que fazem a manutenção e limpeza do local dizem que há muito tempo essa parte do largo da Ordem não recebe uma pintura. “Isso é um descaso muito grande”, dizem. A área, que recebe um grande contingente de turistas semanalmente, está quase totalmente pichada.
Os dados oficiais mostram que mais de 300 denúncias já foram feitas desde o começo do ano, e com isso 99 vândalos foram presos. Porém o problema vai muito além, pois a maioria dos responsáveis por atos de vandalismo são menores de idade que fazem parte de gangues, ou tribos urbanas que picham para demarcar território. Como puni-los?. Talvez políticas públicas que ajam na prevenção desse tipo de ato seja a providencia ideal ser tomada. Projetos educacionais são apontados como fundamentais para recuperação de menores infratores. Além disso, o investimento na área diminuiria o prejuízo do outro lado da balança.
A prefeitura pede que a população colabore com a campanha lançada, denunciando os responsáveis através do 156.
A poluição visual urbana é hoje muito comum nos grandes centros urbanos. As pichações, depredações, publicidades ilegais, excesso de lixo nas ruas, tudo isso pode ser definido como poluição visual, e a prefeitura municipal, através da Guarda Municipal e Policia Civil, é a responsável por fiscalizar e cuidar desse problema.
A prefeitura de Curitiba gasta anualmente R$3 bilhões com reparos em prédios públicos que sofrem com os atos de vandalismo. No ano passado o município lançou uma campanha contra atos de vandalismo em ônibus, praças públicas, cabines telefônicas prédios públicos e privados. Apesar do investimento, a cidade continua sofrendo com os atos de vandalismo.
Nem o setor histórico da cidade escapa. São prédios de fundações culturais, praças públicas, monumentos e até cabines telefônicas. As Ruínas de São Francisco, que já foram palco de projetos culturais importantes, parece estar abandonada. Funcionários que fazem a manutenção e limpeza do local dizem que há muito tempo essa parte do largo da Ordem não recebe uma pintura. “Isso é um descaso muito grande”, dizem. A área, que recebe um grande contingente de turistas semanalmente, está quase totalmente pichada.
Os dados oficiais mostram que mais de 300 denúncias já foram feitas desde o começo do ano, e com isso 99 vândalos foram presos. Porém o problema vai muito além, pois a maioria dos responsáveis por atos de vandalismo são menores de idade que fazem parte de gangues, ou tribos urbanas que picham para demarcar território. Como puni-los?. Talvez políticas públicas que ajam na prevenção desse tipo de ato seja a providencia ideal ser tomada. Projetos educacionais são apontados como fundamentais para recuperação de menores infratores. Além disso, o investimento na área diminuiria o prejuízo do outro lado da balança.
A prefeitura pede que a população colabore com a campanha lançada, denunciando os responsáveis através do 156.
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