A doença renal crônica é um mal que atinge mais de 18 milhões de brasileiros, embora 70% deles não saibam que através de um simples exame de creatinina, substância que circula no sangue, pode se detectar a tempo uma possível perda dos rins.
Com a incidência da doença os rins passam a desempenhar suas funções de maneira insuficiente. Como o processo se desenvolve de maneira lenta e gradual, diz-se que a doença é crônica. Durante este processo o organismo procura se adaptar de múltiplas formas para sobreviver e a insuficiência renal pode manter-se sem indícios, permitindo ao paciente uma vida normal durante muito tempo. Os sintomas avançados ou moléstia mais conhecidas são: hipertensão arterial, urina no sangue, urina com espuma (presença de proteínas na urina), edemas, eliminação de urina muito clara (como água), anemia (palidez, cansaço, dor no peito e sonolência). Quando a enfermidade está muito avançada, pode haver perda do apetite, náuseas, vômitos, cãibras, prurido (coceira), perda de memória, falta de concentração, tremores, insônia ou sonolência.
No Brasil, a inflamação crônica dos rins, ou nefrite, ainda é a principal causa de insuficiência renal, seguida do diabetes e da hipertensão arterial. Cálculos renais mais conhecidos como pedras nos rins e infecções urinarias de repetição, também podem gerar a insuficiência. Ao contrário do que se pensa, muitas dessas doenças podem se manifestar já na infância. Pedro Sérgio Carneiro, aposentado de 41 anos sofreu da doença desde pequeno. “Uma nefrite mal cuidada me custou à perda dos dois rins depois de adulto”, afirma. “Em 98, já com 33 anos, comecei a ter crises de pressão alta regularmente, pés inchados, vômitos e dores na região lombar. As dores foram piorando ate que consultei um cardiologista e através dos exames que me pediu descobri que meu problema não era no coração e sim nos rins”, diz o aposentado. Um simples exame de urina já mostra se há perda de proteína na urina, sangue ou células inflamatórias. Através de um exame de sangue pode determinar a concentração de uréia e creatinina, substâncias cujas concentrações se elevam quando os rins estão insuficientes. “Hoje, após ter feito o transplante de rim, faço o controle regularmente de creatinina e aconselho as pessoas a fazerem o exame que é bem simples e preventivo”, diz o aposentado.
Com a incidência da doença os rins passam a desempenhar suas funções de maneira insuficiente. Como o processo se desenvolve de maneira lenta e gradual, diz-se que a doença é crônica. Durante este processo o organismo procura se adaptar de múltiplas formas para sobreviver e a insuficiência renal pode manter-se sem indícios, permitindo ao paciente uma vida normal durante muito tempo. Os sintomas avançados ou moléstia mais conhecidas são: hipertensão arterial, urina no sangue, urina com espuma (presença de proteínas na urina), edemas, eliminação de urina muito clara (como água), anemia (palidez, cansaço, dor no peito e sonolência). Quando a enfermidade está muito avançada, pode haver perda do apetite, náuseas, vômitos, cãibras, prurido (coceira), perda de memória, falta de concentração, tremores, insônia ou sonolência.
No Brasil, a inflamação crônica dos rins, ou nefrite, ainda é a principal causa de insuficiência renal, seguida do diabetes e da hipertensão arterial. Cálculos renais mais conhecidos como pedras nos rins e infecções urinarias de repetição, também podem gerar a insuficiência. Ao contrário do que se pensa, muitas dessas doenças podem se manifestar já na infância. Pedro Sérgio Carneiro, aposentado de 41 anos sofreu da doença desde pequeno. “Uma nefrite mal cuidada me custou à perda dos dois rins depois de adulto”, afirma. “Em 98, já com 33 anos, comecei a ter crises de pressão alta regularmente, pés inchados, vômitos e dores na região lombar. As dores foram piorando ate que consultei um cardiologista e através dos exames que me pediu descobri que meu problema não era no coração e sim nos rins”, diz o aposentado. Um simples exame de urina já mostra se há perda de proteína na urina, sangue ou células inflamatórias. Através de um exame de sangue pode determinar a concentração de uréia e creatinina, substâncias cujas concentrações se elevam quando os rins estão insuficientes. “Hoje, após ter feito o transplante de rim, faço o controle regularmente de creatinina e aconselho as pessoas a fazerem o exame que é bem simples e preventivo”, diz o aposentado.
Cuidados
Existem alguns cuidados que você deve tomar para evitar maior perda de função: se a sua pressão estiver alta é importante normalizá-la através da redução de peso, redução de sal na dieta, fazer exercícios físicos e medicamentos. Reduza a ingestão de proteínas, principalmente as de origem animal. Isto poderá ser feito com o auxilio de uma nutricionista.

Nenhum comentário:
Postar um comentário