Não é apenas nossa saúde que sofre com as mudanças rápidas de temperatura. Além do nosso corpo, o comércio também é prejudicado, já que as estações não têm mais as mesmas características predominantes como antes.
Desde o início do inverno os termômetros já registraram temperaturas que variam de 0º a 30º C, o que acaba gerando dúvidas na hora das compras. Em pleno julho podemos consumir produtos que seriam vendidos em dezembro, com isso os lojistas perdem de ganhar.
"Nesse inverno não usei roupas quentes todo dia", disse a estudante de letras Márcia Rodrigues. A estudante disse que nos anos anteriores as roupas de frio ganhavam espaço maior em seu armário, mas nesse as blusinhas ainda são mais usadas, até mesmo que as blusas.
Nas vitrines notamos a mistura de roupas para o verão e inverno. As próprias vendedoras acham engraçado, que nos dias que esfriam as pessoas correm e compram no máximo uma peça de roupa. "Nos dias de frio o movimento aumenta, já que muitos são pegos de surpresa", disse a vendedora Franciele Bathke. A vendedora Luciana Kuklik comentou que o próprio consumidor já alega que nos próximos dias a temperatura tende a subir.
"As pessoas não sabem o que levar para casa, já que a cada instante o clima muda", disse a proprietária de loja, Cirene Ágio Nerone. A lojista afirma que já estava preparada para este acontecimento, segundo ela já havia acontecido no ano anterior. "Os consumidores procuram mais os moletons, que são meia estação", finalizou Cirene.
A meteorologia já previa que esse inverno teria temperaturas mais elevadas se comparadas com as de 2006. Isso fez com que muitos comerciantes se preparassem para essa possível crise.
Porém alguns empresários não seguiram a previsão e lotaram o estoque com produtos para o frio. Mas com o pequeno verão que se fez, tudo para o inverno precisou entrar em liquidação, pois as roupas mais procuradas nesses dias foram as mais curtas.
"Praticamente vendi tudo a preço de custo, não ganhei nada", disse Ronaldo Borges. Ele acrescenta que colocou tudo na promoção para poder pagar o que devia. "As próprias pessoas têm medo de comprar roupas caras e nem usa-las", acrescentou o lojista, ele afirma também que já no começo de agosto começou a receber coleções para o próximo verão.
Essa estação indefinida gerou sérios prejuízos, já que roupas de inverno são mais caras para se adquirir. Pelo que tudo indica, a partir de agora em qualquer que seja a estação, as roupas podem receber o mesmo destaque para venda, não mais as separando por verão e inverno.
Desde o início do inverno os termômetros já registraram temperaturas que variam de 0º a 30º C, o que acaba gerando dúvidas na hora das compras. Em pleno julho podemos consumir produtos que seriam vendidos em dezembro, com isso os lojistas perdem de ganhar.
"Nesse inverno não usei roupas quentes todo dia", disse a estudante de letras Márcia Rodrigues. A estudante disse que nos anos anteriores as roupas de frio ganhavam espaço maior em seu armário, mas nesse as blusinhas ainda são mais usadas, até mesmo que as blusas.
Nas vitrines notamos a mistura de roupas para o verão e inverno. As próprias vendedoras acham engraçado, que nos dias que esfriam as pessoas correm e compram no máximo uma peça de roupa. "Nos dias de frio o movimento aumenta, já que muitos são pegos de surpresa", disse a vendedora Franciele Bathke. A vendedora Luciana Kuklik comentou que o próprio consumidor já alega que nos próximos dias a temperatura tende a subir.
"As pessoas não sabem o que levar para casa, já que a cada instante o clima muda", disse a proprietária de loja, Cirene Ágio Nerone. A lojista afirma que já estava preparada para este acontecimento, segundo ela já havia acontecido no ano anterior. "Os consumidores procuram mais os moletons, que são meia estação", finalizou Cirene.
A meteorologia já previa que esse inverno teria temperaturas mais elevadas se comparadas com as de 2006. Isso fez com que muitos comerciantes se preparassem para essa possível crise.
Porém alguns empresários não seguiram a previsão e lotaram o estoque com produtos para o frio. Mas com o pequeno verão que se fez, tudo para o inverno precisou entrar em liquidação, pois as roupas mais procuradas nesses dias foram as mais curtas.
"Praticamente vendi tudo a preço de custo, não ganhei nada", disse Ronaldo Borges. Ele acrescenta que colocou tudo na promoção para poder pagar o que devia. "As próprias pessoas têm medo de comprar roupas caras e nem usa-las", acrescentou o lojista, ele afirma também que já no começo de agosto começou a receber coleções para o próximo verão.
Essa estação indefinida gerou sérios prejuízos, já que roupas de inverno são mais caras para se adquirir. Pelo que tudo indica, a partir de agora em qualquer que seja a estação, as roupas podem receber o mesmo destaque para venda, não mais as separando por verão e inverno.
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