
Paolla Grisolli
Um estudo recente na Inglaterra analisou mais de 1.000 roqueiros , principalmente americanos e britânicos, desde os mais antigos, como Elvis Presley, até os atuais e revelou que eles tem de duas até três vezes mais chances de morrer prematuramente do que as outras pessoas fora deste meio artístico.
Um estudo recente na Inglaterra analisou mais de 1.000 roqueiros , principalmente americanos e britânicos, desde os mais antigos, como Elvis Presley, até os atuais e revelou que eles tem de duas até três vezes mais chances de morrer prematuramente do que as outras pessoas fora deste meio artístico.
A pesquisa, publicada no Jornal de Epidemiologia da Comunidade da Saúde nessa segunda-feira (03), foi feita com músicos conhecidos desde o ano de 1956 até 1999, de Elvis Presley a Kurt Cobain. Constatou-se que 25 % das mortes foram relacionadas ao abuso de drogas e álcool.
O dado alarmante ficou por conta da média de idade das mortes destes rockstars; 42 anos para os americanos e 35 entre os europeus.
Entre os 1.064 artistas relacionados, estão o guitarrista Jimi Hendrix e o vocalista do The Doors Jim Morrison. Foram 100 mortes registradas entre os músicos no período de 1956 a 2005.
O dado alarmante ficou por conta da média de idade das mortes destes rockstars; 42 anos para os americanos e 35 entre os europeus.
Entre os 1.064 artistas relacionados, estão o guitarrista Jimi Hendrix e o vocalista do The Doors Jim Morrison. Foram 100 mortes registradas entre os músicos no período de 1956 a 2005.
Os pesquisadores responsáveis são do Centro de saúde Pública na universidade de John Moores, em Liverpool. Eles declaram que o documento demonstra claramente que as estrelas do Pop e do Rock correm um risco desproporcional de mortes relacionadas às drogas e ao álcool . O estresse, mudanças de popularidade para a obscuridade, e os ambientes que incentivam o uso destas substancias citadas, influenciando diretamente o abuso e comportamentos auto-destrutivos. Os estudiosos ainda criticam estes ícones levantando a questão do incentivo ao público a levar uma vida mais saudável.
“A saúde pública deve levar em consideração a necessidade de prevenir os ícones da música de promover o comportamento autodestrutivo entre seus fãs. As estrelas podem fazer mais nesse sentido ao promoverem campanhas positivas de saúde pública", declararam os autores , Mark Bellis e John Ashton.
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