4 de set. de 2007

Sexo, drogas e Rock and Roll, é o estilo de vida que leva as estrelas do rock a terem mais chances de morrer cedo


Paolla Grisolli

Um estudo recente na Inglaterra analisou mais de 1.000 roqueiros , principalmente americanos e britânicos, desde os mais antigos, como Elvis Presley, até os atuais e revelou que eles tem de duas até três vezes mais chances de morrer prematuramente do que as outras pessoas fora deste meio artístico.

A pesquisa, publicada no Jornal de Epidemiologia da Comunidade da Saúde nessa segunda-feira (03), foi feita com músicos conhecidos desde o ano de 1956 até 1999, de Elvis Presley a Kurt Cobain. Constatou-se que 25 % das mortes foram relacionadas ao abuso de drogas e álcool.
O dado alarmante ficou por conta da média de idade das mortes destes rockstars; 42 anos para os americanos e 35 entre os europeus.
Entre os 1.064 artistas relacionados, estão o guitarrista Jimi Hendrix e o vocalista do The Doors Jim Morrison. Foram 100 mortes registradas entre os músicos no período de 1956 a 2005.


Os pesquisadores responsáveis são do Centro de saúde Pública na universidade de John Moores, em Liverpool. Eles declaram que o documento demonstra claramente que as estrelas do Pop e do Rock correm um risco desproporcional de mortes relacionadas às drogas e ao álcool . O estresse, mudanças de popularidade para a obscuridade, e os ambientes que incentivam o uso destas substancias citadas, influenciando diretamente o abuso e comportamentos auto-destrutivos. Os estudiosos ainda criticam estes ícones levantando a questão do incentivo ao público a levar uma vida mais saudável.


“A saúde pública deve levar em consideração a necessidade de prevenir os ícones da música de promover o comportamento autodestrutivo entre seus fãs. As estrelas podem fazer mais nesse sentido ao promoverem campanhas positivas de saúde pública", declararam os autores , Mark Bellis e John Ashton.

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